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Filipinas

Elyes, de 13 anos, depois de ser vacinada contra o papiloma vírus humano. (Foto: Hannah Reyes Morales)
Filipinas
Paises em que MSF atua

Nas Filipinas, Médicos Sem Fronteiras (MSF) trabalha para melhorar a oferta de saúde sexual e reprodutiva para moradores de favelas em Manila e ajudar deslocados internos e retornados do pós-conflito em Mindanau.

Desde 2016, mantemos um programa abrangente de saúde sexual e reprodutiva em clínicas em San Andres e Tondo, duas das áreas mais densamente povoadas e empobrecidas da capital. Trabalhando em colaboração com uma organização local, Likhaan, e focando particularmente nas necessidades de saúde de meninas e mulheres jovens, oferecemos planejamento familiar, atendimento pré e pós-natal, tratamento de infecções sexualmente transmissíveis e rastreamento e tratamento de câncer do colo do útero. Sobreviventes de violência sexual enfrentam estigma nas Filipinas, contudo, continuamos a ver um aumento constante do número de pessoas que vão à nossa clínica em busca de tratamento.

Além disso, nossas equipes oferecem cuidados por meio de uma clínica móvel, que funciona quatro vezes por semana, principalmente em Tondo, para pacientes que não podem ir à clínica fixa.

Em 2019, nossas equipes conduziram mais de 15 mil sessões de planejamento familiar e examinaram 4.352 mulheres com câncer de colo de útero. Destas, 289 foram tratadas com crioterapia, um procedimento que congela uma seção do colo do útero usando gás nitrogênio para destruir a área “anormal”. Também trabalhamos com as autoridades de saúde para vacinar 2.230 meninas contra o papilomavírus humano (HPV), que é responsável pelo câncer de colo de útero.

Continuamos trabalhando na cidade de Marawi, na Região Autônoma de Bangsamoro em Mindanau Muçulmano, a região com os piores indicadores de saúde nas Filipinas, onde confrontos violentos são frequentes.

Mais de 70% das instalações de saúde de Marawi foram destruídas e cerca de 200 mil pessoas fugiram de suas casas durante uma batalha pelo controle da cidade em 2017. Em 2019, mais de 70 mil pessoas ainda estavam deslocadas internamente, com pouco acesso a serviços médicos. Nesta área, apoiamos três unidades com cuidados médicos básicos e de saúde mental, além de tratamento para doenças não transmissíveis.

Consultas ambulatoriais
Consultas pré-natal
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