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RDC: MSF inicia resposta no Kivu do Norte em apoio à comunidade afetada pelo Ebola

03/03/2021
Os esforços se darão por meio de uma abordagem flexível e centrada nas necessidades dos pacientes
RDC: MSF inicia resposta no Kivu do Norte em apoio à comunidade afetada pelo Ebola

Foto: Alexis Huguet

Médicos Sem Fronteiras (MSF) está apoiando a resposta nacional ao novo surto de Ebola no Kivu do Norte, no nordeste da República Democrática do Congo (RDC), por meio de uma resposta móvel, centrada nos pacientes, em suas famílias e nas comunidades que vivem na região afetada.

“Apoiamos o hospital geral de Matanda, no distrito de saúde de Vungi, e o centro de saúde no distrito de Muchanga, melhorando a triagem e a identificação de casos e diagnóstico precoce, além do suporte à ala de internação, para cuidar de pessoas potencialmente infectadas com Ebola. Vamos oferecer tratamentos eficazes para ampliar suas chances de sobrevivência e reduzir o sofrimento causado pela doença”, explica Homam Shahhoud, que lidera a resposta médica de MSF no Kivu do Norte.

“Trabalhamos em conjunto com famílias locais para identificar contatos de pacientes confirmados e protegê-las da doença por meio das ferramentas mais adequadas, com base em seu nível de exposição ao risco de infecção. Iremos prover às pessoas os meios para se isolarem, caso necessário, e buscar atendimento médico imediato em caso de sintomas. Também ajudaremos as unidades de saúde em Katwa e em outras áreas afetadas pelo surto a fortalecer as medidas de prevenção e controle de infecções e a limitar a disseminação dessa doença mortal”, acrescenta Shahhoud.

“Ajudar as famílias a lidar com o surto é fundamental”, diz Shahhoud. “Para isso, MSF desenvolveu uma abordagem baseada na comunidade com foco no diálogo com os pacientes e suas famílias e no apoio às pessoas afetadas pela doença. Precisamos ter certeza de que eles têm os meios para se proteger e serem tratados. Nossa intervenção será flexível e centrada nas necessidades dos pacientes: vamos atuar nos distritos de saúde que precisam de ajuda, em coordenação com as autoridades de saúde locais e outros parceiros”, conclui Shahhoud.

 

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